#111: Conheça Sopor Aeternus & The Esemble of Shadows

27 de janeiro de 2016

conheça a banda sopor aeternus & the esemble of shadows
Reprodução: Google/Tumblr/Fanpage

Olár! Primeiramente quero comentar que tô odiando essas atualizações toda na plataforma Blogger, sempre deixam um script sem funcionar e eu tenho que ficar correndo contra o tempo para arrumar, que papelão em Sr. Blogger, que papelão. O ruim é que modifica tanto que as vezes eu fico que nem louca procurando as coisas aqui que dá vontade de desistir porque o tempo que perco caçando o menu, deveria estar editando vários posts, pesquisando conteúdo, comentando nos bloguinhos das minhas amigas, comendo pudim e até fazendo maratona de Salem, que pela amor de Negan, série linda e boa demais essa viu. Mega recomendo para vocês porque vai dar tempo para acompanharem quando voltar do hiatus que creio que vai ser no fim do ano. Sad!
Bom, ainda seguindo o Projeto 121, do Blogs Up, resolvi colocar esse post novamente porque ele se encaixa certinho no número indicado que seria falar de uma desconhecida por muitos mas amada por mim. Eu havia subido esse post faz um tempinho atrás e creio que alguns já o leram mas sabem como é, quando é algo tão querido e não tem a atenção a devida, eu retiro e o deixo encostado nos rascunhos até surgir o dia, a hora e o momento certo para trazê-lo a tona. Então aqui estou eu, liberando esse post que fiz tanto amor e carinho para que vocês, pobres mortais, possam conhecer o trabalho da musa acima.
Ressaltando: as imagens nesse post tem como intuito chocar vocês para ver até onde seus olhos julgam a fachada sem conhecer o conteúdo. Deixei alguns vídeos de suas músicas no final e espero que deem o play neles para que possam ter uma surpresa afinal, quem vê cara não vê coração. A mais doce e perfeita pessoa por fora pode ter um coração podre e aquela, estranha por fora e apavorante, pode ser tão suave quanto provar um favo de mel. Ah, para que todos saibam, Sopor foi uma surpresa mega deliciosa para mim que escuto Metal 24 horas por dia, fica a dica para quem bater o olho e achar que estou acostumada com ela, pois não estou. Agora sigam-me os bons que quero enaltecer a deusa gótica de alma suave para vocês. Cuidem com amor dessa postagem, ok? Foi feito com total amor. ♥

ANNA E O CONJUNTO DE SOMBRAS


Sopor Aeternus & The Esemble of Shadows nasceu em 1989, na Alemanha, com raízes góticas e um visual único. Uma obra de arte musical e fotográfica, que mistura melodias fúnebres, tristes, de características folk, de medievalismo, vampirescas, de elementos eruditos composta por instrumentos como violinos, sinos, flautas, órgão, guitarra, além de arranjos de teclado. Levemente engajada com eletros musicais do que chamam de baladinhas de meia noite, essas que muitos vêem na rua Augusta mas sem bate cabelo. Mas não julgue uma banda por sua aparência, como no caso do Mushroomhead, porque Sopor não é o que parece. Não é uma banda de Black Metal, muito menos tem tons a la Behemoth, nem vídeos a la Dimmu Borgir. E não é o gótico que estamos acostumados a ver em Draconian ou nos gritos do Dani em Cradle of Filth. Não tem o feminino que vemos em Lacuna Coil ou a masculinidade que está em Powerwolf. Nem tão pouco a violência de Moonspell. Nem um nem outro. Só peço que quando chegarem nos vídeos, apertem o play e curtam sua suavidade. Livrem-se de seus rótulos! Abra a sua mente, gay também é gente, baiano fala oxente e come vatapá (♪). WHAT


E é justamente isso que viria nos fazer ficar chocados ao procurar sobre a banda no google, assistir aos vídeos de sua performance e, por fim, nos derretermos com a doçura de sua melodia. Posso definir essa banda com uma palavra: melancolia. A dor de existir. O carinho pela morte. A maciez da música de Sopor Aeternus em nossa alma. A bela tristeza de suas letras. Onde a decadência nunca teve um aroma tão doce. Vivo comentando no twitter meu amor por Sopor devido ao poder que suas letras tem como influenciadores na minha escrita, não importa se meu dia tenha sido um inferno, se coloco para rodar a playlist seja no Spotify ou no Youtube, sei que terei um rendimento dos bons no desenrolar das minhas histórias mas antes que eu entregue todas as curiosidades e a essência dessa banda, deixa eu falar um pouquinho dela porque preciso enaltecer a beleza do trabalho de Anna-Varney Cantodea, a cabeça do Ensemble of Shadows.


It is best to find in sleep, the missing pieces that you lost....

Anna-Varney Cantodea, a compositora por trás dessa egocêntrica obra de arte, é a ÚNICA integrante na banda, o que até hoje causa espanto e admiração por muitos que tem o privilégio de conhecer esse trabalho meticulosamente feitos por uma pessoa só. A famosa Banda de Um Homem Só. Melhorando: A Banda de Uma Mulher Só. Mas Anna, essa criatura nos dada como presente da noite, causa alvoroço no nosso meio Lado Escuro da Força porque a mesma rompe com os conceitos exigidos pela mídia da beleza plastificada, e até mesmo fugindo dos padrões do próprio universo goth. Sabe esse "Anna-Varney Cantodea"? Tem uma curiosidade a parte...
Então, o nome é usado como um pseudônimo já que ela afirmou ter nascido homem em alguma entrevista, o verdadeiro nunca foi revelado. A vocalista diz que não quer pertencer a nenhuma das duas categorias, nem homem e nem mulher, como não amar essa entidade cósmica vinda de Saturno? Vamos analisar o nome da vocalista por partes porque é algo bastante interessante e quero compartilhar com vocês: Anna parece não haver significado algum, talvez seja apenas para ficar com um substantivo próprio para seu pseudo. Varney, o vampiro. Para quem aprecia crônicas vampirescas entenderá que esse nome vem dos penny dreadfuls que deu origem aos clássicos filmes como Drácula de Bram Stoker, Entrevista com o Vampiro da linda da Anne Rice e etc. E Cantodea, do latim, a que canta, som, cântico, cantor. A musa montou detalhadamente, por isso que a origem de seu nome artístico a tornou lendária no underground gótico. Para vocês soa desconhecido mas para nós, trevosos, amantes da verdadeira essência gótica, temos por lei conhecer Sopor Aeternus.


... best that you refuse to weep, ash to ash, dust to dust" — It Is Safe To Sleep Alone

Por que "sopor aeternus"? Sua tradução, do latim, quer dizer "sono eterno", o qual podemos relacionar com o sentido da morte em si. Não morremos e sim entramos num sono eterno. Ou seja, a morte é tratada com certa intimidade. Para Anna, nada é morto de verdade, nem os deuses, eles aguardam pacientemente que alguém se atreva a lembrar-se dos mesmos. Essa intimidade toda é sentida nas coisas feitas por Anna porque ela faz questão de nos transparecer e nos fazer sentir isso, que é não ter medo de encarar o que se passa aí fora, não ter medo de encararmos o estranho, de encararmos aquilo que possa ser bizarro porque nele, sim, bem no interior, está a real beleza. A beleza do desconhecido. A vocalista nos passa essa mensagem de maneira carinhosa e suave, por isso que não importa o quão caótico possa ser o trânsito das cidades ou o qual barulhento possa ser dentro de nossas mentes, se pararmos para escutar o que quer seja que nos agrade, sentiremos a paz porque a música é feita para isso e digo para vocês: Sopor Aeturnus consegue trazer a calmaria sem esforço algum, recomendo fazer essa experiência própria. Ah, utilidade pública: perfeita para tirar o efeito do bloqueio criativo.


" [...] And are thus sacred and immortal, because they never have to fade" — Children of the Corn

E quanto ao "Esemble of Shadows"? Traduzindo, "conjunto de sombras", refere-se as almas que a cerca desde a infância, fortemente presente no período em que tentou suicídio em seus 20 anos de idade. Falhado no ato, Anna não saiu mais ao sol e com isso, acabou por adoecer. Vejam, a cantora tem um histórico de depressão desde seus 6 anos, onde corre boatos que sofria agressões de seus pais então receber a notícia que estava doente só contribuiu para que se fechasse ao mundo. E para fugir de sua dor, ela dormia e e seus sonhos ouvia o seu "Esemble of Shadows" cantando para ela a sua própria vida, em melodias tristes, como as sirenas da mitologia grega, acariciando o âmago frágil. Ah, o símbolo da banda de uma pessoa só tem toda uma simbologia contida que nos remete aos regentes do planeta Saturno e todo o misticismo acerca do mesmo. A vocalista brincou, uma vez numa entrevista, que caso tivesse que escolher como chamar o movimento do Sopor Aeternus, seria o Soporismo e cá entre nós, amei isso. 


" [...] Yet, as I compared my grey solitude to the golden halo of your blissful joy" — Miniature 

O modo como se caracteriza é o que cativa, que são expressões sempre carregadas do mais belo no grotesco da solidão. Com ajuda de manipulações gráficas, body art e face paint, sua imagem bastante diferente dos padrões também transmite ausência de seu verdadeiro sexo e nos faz perguntar o que seria essa pessoa, essa criatura do mundo das sombras. Anna nunca demonstra sua real sexualidade nas fotografias, ela escolheu sempre ocultar ou fazer uma forma feminina por computação. Mas é aí que entre a questão de tudo: a música tem que ter um gênero específico para ser boa? Para ser agradável? Não. A música é livre, é indomável e está aí para aqueles que possuem o dom de manuseá-la, transformem-na numa obra de arte ouvível, independente se o dia está bom ou ruim. 
Mas os dons da diva do gótico não está apenas nas ondas sonoras, mas também na fotografia. Sopor é arte expressa em photoshoots detalhadamente elaborados nos quesitos cenários, figurinos, maquiagem e expressões. Tiro pelo álbum Sanatorium Altrosa e Children of the Corn, cada cena claustrofóbica da nossa musa no sanatório até a estrada é demonstrada com precisão e maestria nas reações de seu rosto indefinido de tal forma que sentimos a agonia da mesma. E nem falo em sua feição de Ceifadora impiedosa com uma foice enferrujada de milharal até uma infantil e assustada face dentro do canavial perturbado. É suavemente perturbadora a forma como conseguimos entender Anna-Varney, como conseguimos sentir o poder e a força de Sopor Aeturnus & The Esemble of Shadows fluir sem invadir nosso âmago escondido.


" [...] Strange is thy pallor! Strange thy dress! Strange, above all, thy length of tress". — The Sleeper

Anna se mantém no anonimato e as informações sobre sua vida são muitos escassas, além disso, há a  famosa sua recusa em se apresentar ao vivo. Calma, ela não é um monstro! É simplesmente uma mulher sozinha que trabalha com sua própria arte. Tudo isso acaba por tornar impossível de saber o que é verdade e o que é especulação sobre a artista, mas creio que isso seja para manter o seu Conjunto de Sombras intacto da corrosiva mídia, ou por ser averso a contato com o ser humano.
BUT, vasculhando o youtube sobre músicas do Sopor, encontrei uma música que lembrava ter lido o título em um desses contos góticos nas fics goticistas da internet, Dark Delight era o nome, foi dedicada ao fantasma de Monteparnasse, na França, o homem que por nome era chamado de Victor Bertrande, e segundo Anna, há uma versão "ao vivo" dessa song incluída na reedição do primeiro álbum do Sopor, contrariando as declarações de que a banda jamais se apresentara para o públicoUm amigo meu tem o álbum inveja que contém essa canção deu uma breve lida com a ajuda do google tradutor para o alemão, entendemos o que a vocalista quis nos dizer sobre a tal apresentação: ela foi executada e gravada ao vivo sim, porém, sem platéia.

Foi para os mortos. E no cemitério!
                                                         

" [...] He marvels at all things new to him, and I only wait for all things in this sick world to end" — In der Palätra

Uma curiosidade interessante que acerca o Sopor é que os álbuns são sempre limitados e anunciados na fanpage do facebook da banda — clique nesse link www — então raras são as pessoas que possuem algo. São peças elaboradas e delicadas, feitas sempre a mão e com exclusividade, digno de uma obra de arte obtida num lance alto mas não no quesito de quem dá mais e sim pessoal, um lance emocional envolvendo diva e admiradores. Eu mesma fiquei maravilhada com a arte toda do ultimo álbum estar envolvo em papel de envelope com uma bela duma foice fatiadora de plantação de milho. Anna trata os fãs com tamanho cuidado e prestação que as demais bandas e cantores deveriam aprender com ela, mesmo a mesma não se apresentando ao vivo, ela faz questão de interagir o máximo que pode nas redes sociais, tiro como exemplo sua paciência em criar uma playslit gostosa no Spotify e disponibilizá-la para nós, confiram aqui — www —, é amor demais.

A DECADÊNCIA NUNCA TEVE UM AROMA TÃO DOCE


Podemos acompanhar isso em seus videos clipes, onde além de suas duas vozes, está toda sua técnica de interpretação de mãos, como se regesse o seu Esemble of Shadows o decorrer dos acordes melancólicos de IN DER PALÄSTRA. Confessório: quando uma amiga minha me apresentou o Sopor, simplesmente coloquei meus fones me preparando para ouvir um puta metal daqueles pesados, de ouvir de cabeça baixa, na humilde. E acabei ficando de queixo caído, literalmente. Retirei os fones e escutei numa boa enquanto lia o volume novo do quadrinho de The Walking Dead, engraçado foi que minha mãe não me mandou desligar, ainda pediu pra mandar para ela no "atazape".


Indico também A STRANGE THING TO SAY e cara, ela correndo pelos corredores de uma casa abandonada é tremendamente gracioso, a aterrorizador. O jeito que ela dança, caminha, interpreta, me causa um conforto tão anestésico que pode parecer exagero mas se vocês derem uma chance a ela, entenderão o que digo. Nesse vídeo assemelho Anna Varney como A Morte, caçando almas para recolher. Uma ceifeira. E não uma ceifeira ao estilo Supernatural. E sim uma ceifeira carinhosa, que zela pelo trabalho, que trata a alma como algo a ser cuidadosamente recolhido e levado ao chefe, no caso dela, Saturno. Sim, o planeta.


Em IT IS SAFE TO SLEEP ALONE temos a Dona Morte Anna a dançar. E dançar nas águas. Quantos talentos em uma pessoa só! Vi seu modo de dançar no trailer do album Sanatorium Altrosa e percebi que sim, os mortos dançam conforme a música manda mas aqui, dançando nas águas do que parece uma tubulação abandonada, pego-me perguntando se eu ficaria assustada ao encontrar meu findar de dias ou se me abraçaria a dona morte como uma amiga e me deixaria levar.


Então vem meu vídeo favorito: CHILDREN OF THE CORN. Título homônimo a obra do aclamado, e querido Stephen King, aqui vemos Anna a vagar no canavial de milho como uma coisa arteira disposta a ceifar vidas. Creio que nunca ouvi a voz da deusa da beleza estar tão limpa e suave como nessa música, e claro, em sua letra ela conta que tudo que é puro e lindo não foi tocado ainda mas de resto o mundo se afoga em sujeiras e obscuridade. E sua linda voz sem tom definido nos acaricia com essa song, que nada mais é que uma carta para se deitar e deixar a morte fazer seu percurso de limpeza na pele humana. Juntou Stephen King com Sopor Aeternus, eu fico totalmente cativada. E eu não me incomodaria de seguir pelo caminho escuro se ela fosse A Morte em pessoa.


Sopor Aeternus foi criado para ajudar quem sofre no mundo incompreendido que vivemos, para quem tem a mente e coração abertos. Como a própria Anna diz, é para uma cura espiritual. E posso te dizer que após conhecer essa banda, sinto-me mudada. Meus conceitos mudaram. Minha opinião está mudada. É a beleza da simplicidade de sua música que tocou um sentimento que a muito estava apagado em mim, uma rés mortal rodeada de front pages da mídia: a solidão que nos traz a vida na cidade. O viver ou o morrer, para nós é lucro.
Anna não é apenas imagem, é a essência da banda formada por ela mesma. Como muitos dizem: multitalentos. Por isso te convido a pegar um pouco do seu tempo e dar o play para abrir as portas para o mundo de Sopor Aeternus & The Esemble of Shadows.


E vocês, conhecem alguma banda que não é o que parece, que te surpreendeu pela tradução de uma música, ou pelo tom que é cantado, ou pelo visual da mesma? Me contem e não deixem de dar um voto de confiança para o Sopor Aeternus, a banda que não se apresenta ao vivo. Ah, não deixem de passar lá no grupo para participarem não só desse mas sim dos diversos projetos que há lá. Espero que não tenham ficado chateados comigo por eu respostar essa matéria sobre o Sopor, eu realmente precisava de um momento certo para exibir este mimo para vocês, afinal aparências enganam e nem sempre são importantes, basta apenas deixar os rótulos de lado e parar para absorver a mensagem passada e nesse caso, como falei lá no começo da postagem, "a decadência nunca teve um aroma tão doce". É isso migos e migas, tenho certeza que vão gostar porque é um carinho na alma e nos ouvidos. Um beijo e um queijo. 

PS.: Percebi que muita gente está denunciando meu post no Adsense por nudez e conteúdo adulto. Aos engraçadinhos: não tem nudez nenhuma aqui até porque a artista em questão, Anna-Varney Cantodea, manipula os "órgãos" já que a mesma alega não pertencer a nenhum gênero. Pelo amor de Ragnar sem camisa, gente, analisem o trabalho dela como arte e não como pornografia e tampouco nudez, a maldade está nos olhos de quem vê. Beijos de luz.

20 comentários:

  1. Caraca, Pri.
    Não sei se foi sua escrita fantástica ou a artista tão inusitada mas fiquei de cara com esse post! Me parece incrível e ao mesmo tempo deve ser um soco no estômago.
    Estou saindo pra trabalhar agora mas não vejo a hora de voltar e, com tempo, dar play em todos esses vídeos que você postou para ouvir as músicas e ver a performance.
    Um beijão.
    Fê Cardoso
    http://www.baseadoemlivros.blogspot.com.br

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Obrigada, flor. ♥
      Menina, cê viu? Quando minha amiga apresentou fiz questão de colocar os fones e me preparar para algo no estilo Cradle of Filth, ou sei lá, Behemoth. Mas quando deu o play eu quis, ao mesmo tempo, matar e abraçar a Mizzy por ter me apresentado o Sopor. Eu morro de amores pela Anna, e sim, fiz a loucura de "tentar" depilar uma das sobrancelhas por causa dela. Resultado: sobrancelha desigual e quase levei uma surra da minha mãe, hahaha. Isso, analise com calma, baixe os cds e depois me diga o que achou dela. Beijão Fê linda. ♥

      Excluir
  2. Pri mulher, eu já tinha ouvido falar da banda mas de fato nunca tinha escutado essa maravilha, mesmo você avisando do suave tom melancólico eu abaixei o volume do som, logo me arrependi e coloquei no volume máximo, que coisa incrível!!!
    Ps: É a Tina do inexistente Cineleva, agora estou em outro cantinho, meu lugar de verdade.

    ✶ Voando Sem Peter ✶

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. A banda pega todo mundo né? Haha
      Eu coloquei os fones e fiquei na humilde esperando um bom metal pra esquecer do mundo mas quando era apenas melodia eu larguei de lado e escutei o album Sanatorium Altrosa inteirinho. ♥
      Tinaaaaa, amora, cê voltou *ww*
      Irei dar uma olhada no teu novo canto. ♥

      Excluir
  3. Nossa nao conhecia
    parece incrivel!
    Beijos
    www.jessicarcoelho.com

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Essa proposta do Blogs Up em apresentar algo que muitos não conhecem mas que a pessoa adora veio a calhar na hora certa, precisava mostrar o Sopor para vocês, que bom que gostou, dê um voto de confiança pra Anna, tu vai amar. ♥

      Excluir
  4. Confesso que já gostei muito de filme de terror, mas agr não mais. Ótimo post beijos. http://deniservdede.blogspot.com.br/

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Poxa Denise, que feio comentar sem ter lido o post por completo. Se tivesse feito isso, teria percebido que não se trata de filme de terror e sim de uma BANDA. B A N D A. Banda Que por sinal é premiada e altamente indicada na Alemanha por sua peculiaridade. Que feio hein! Não tivesse o trabalho todo em editar essa postagem com carinho para comentar coisa que não tem nada a ver com o conteúdo acima. Que feio.

      Excluir
  5. Nossa,bem diferente eu quando vi as fotos,me remeteu a algo que não sei bem explicar, e quando escuteicas músicas parece que fui transportada para outro lugar, muito legal isso de ela ser atenciosa com seus fãs e ser alguém tão autêntica.

    ResponderExcluir
  6. Já ouvi falar dessa banda, mas alguns seguidores dessa banda Varney estão fazendo a tatuagem da simbologia que ela usa.
    Dizem que seu trabalho é excelente e incrivelmente conseguiu atrair todos os tipos de pessoas que fazem parte da cena gótica que gostam de diferentes variações de subgêneros musicais
    Seu post texto ficou excelente.

    ResponderExcluir
  7. Priscila não conhecia a banda, mas estava assistindo os vídeos da banda achei super interessante o ritmo das músicas, apesar de alguns temas das músicas serem de morte tenho que confessar que são incríveis as músicas, as imagens. Pena que a banda não se apresenta ao vivo para os fãs, Priscila bjs.

    ResponderExcluir
  8. É novidade a banda para mim, as fotos achei interessantes, ouvi um pouco de cada música, não sei dizer se gostei ou não, preciso ouvir e ver os vídeos com calma e tempo para saber se faz meu gênero. Fora isso o post ficou incrível!

    Bjos
    Minda ❤ 😍

    ResponderExcluir
  9. Nossa, esse seu post foi perfeito!! Nunca tinha visto um tão completo sobre uma banda e com um toque do autor, normalmente o que vejo é sempre falando tão técnico. Você está de parabéns. Vou já já ouvir... Abraços

    www.biashaina.com.br

    ResponderExcluir
  10. Como vc escreve bem! É notável todo seu carinho e dedicação na composição do post!

    Eu gostei demais de conhecer mais sobre a banda, ter informações sobre ela! Realmente a gente aprende a deixar preconceitos de lado e dar uma oportunidade a novos estilos de musicalidade.

    Achei a banda com estilo próprio,as fotos bem performáticas,insanas...
    Quanto aos vídeos eu gostei muito da variedade da exploração de instrumentos e musicalidades.O clip tinha sentimento. É uma coisa que vc tem que mergulhar a fundo , tentar entender. Tem muita bagagem emocional nos participantes da banda que com certeza querem colocar pra fora, serem ouvidos.Poucos entenderão! Este é o meu parecer!

    Parabéns pela dedicação ao post , toda indicação sua será muito bem vinda!Não é o estilo que costumo ouvir , mas gostei de conhecer e me inteirar!

    ResponderExcluir
  11. Oiii acho seu blog muito legal do tipo que dá ânimo em ver ler e no caso desse post escutar também .
    Parabéns pela escrita parece que to houvindo ouvindo as palavras de verdade.
    Não curto muito esse tipo de som mas adorei as fotos e as melodias com misturas de estrumentos achei muito legal acho que vou repensar meus gosto por músicas
    Beijokas

    ResponderExcluir
  12. Não conhecia essa banda,bem sinistra,nao é meu estilo,mas parece ser uma excelente banda vou indicar pra minha amiga ela ama esse estilo.
    Bjs
    http://divamodaefotografia.blogspot.com.br

    ResponderExcluir
  13. Olá, essa dica de música é bem diferente do que costumo ouvir, mas achei as imagens um tanto peculiares, mas no bom sentido.
    Já anotei aqui, e quando tiver um tempo vou escutar e ver se curto o som, pois so podemos saber se gostamos, escutando não é mesmo?! Um beijo.

    ResponderExcluir
  14. Não conhecia a banda, mas curti a batida... amei a musica e seu suave tom melancólico...
    Amei seu post. Muito fluido, de boa leito e muito envolvente. Grande mas nada cansativo.
    Parabéns pela linda escrita.
    BeijinhoBom

    ResponderExcluir

1. Espalhem amor, e não ofendam.
2. Digam ao Zane Holtz que eu tenho interesse.
3. Ler a postagem toda antes de comentar não mata ninguém e valoriza o trabalho de quem criou.
4. Deixem seus bróguinhos para eu visitar.
5. Aos spamzentos: vão fazer spam num tabuleiro Ouija, obrigada.
6. Assistam Black Sails. ♥